quinta-feira, 26 de março de 2015

O jogo começou

Algo se passa nos bastidores de Alvalade. Sem que ninguém dê por isso, as peças de xadrez começaram a mover-se. Primeiro os "peões". A Juve Leo está a ser um verdadeiro terreno de batalha. Sim há mais do que uma Juve, sempre houve. A questão é se está a ser dividida para acabar com "alguma coisa" ou para "iniciar outra coisa".

Tudo requer atenção. Pode não parecer, mas as claques são um bastião de poder dentro dos clubes e quem as controla detém uma parte do Sporting. Não sou como alguns que desprezam os "grupos organizados de adeptos" a ponto de prescindirem dos mesmos, acho que fazem muita falta ao espectáculo e vivência de um jogo, acho que são muitas vezes os primeiros a dar a cara em prol da defesa do clube, e muitos são de uma dedicação exemplar.

O pior é todo o resto. Haverá sempre num grupo de pessoas quem use esse mesmo colectivo para benefício próprio ou para actos quem em nada correspondem ao propósito do interesse inicial. Sabe Deus, ao longo das décadas das claques leoninas a quantidade de "aproveitamentos" que existiram da sua força e número...mas quem pensar que é a origem de todos os males, está completamente enganado. A verdadeira bandidagem dentro do Sporting não andou a carregar tarjas ou a ver jogos à chuva, nem sequer veste a camisola nos dias de jogo.

Sem conclusões, vamos aguardar pelas próximas movimentações, sabendo que os peões são só o kick off da coisa. Aguardam-se os "cavalos" e os "bispos"...quiça no final da época ou de um mandato uma "rainha" salte para o tabuleiro.

SL

terça-feira, 24 de março de 2015

Contas à vida

Salvo alguma hecatombe, o Sporting decidiu no Domingo que atrás do 3º não fica. Uma vantagem de 9 pontos para o Braga (que ainda recebe em casa) e 13 para o Guimarães coloca a equipa de Marco Silva quase de forma definitiva a salvo de não ser apurado para o playoff da Champions.
A ver vamos como decorrerá a nervosa luta dos candidatos até ao final e de que forma o Sporting pode, correndo por fora, aproximar-se.

Mas interessa entender outro parâmetro do que significa este ano o 3º posto da Liga. No ano anterior, o porto foi amplamente bafejado pela sorte, o Lille, não sendo um adversário frágil, esteve bem longe de competir sequer pela eliminatória...com 2 péssimas exibições (0-1 em casa e 0-2 fora) apesar de contar com um elenco de jogadores até interessante (Kalou, Kjaer, Basa, Mavuba, Rony Lopes, Ryan Mendes, Rozenhal, etc).

Mas quem estará este ano na poule do sorteio não é o Lille, para entender, no caso de ser o Sporting quais as probabilidades de ser cabeça de série, olhemos para o que está a suceder nas ligas pela Europa fora nos lugares de apuramento:

ESP - Valência ou Atl.Madrid
ING - Man Utd ou Arsenal
ITA - Lazio ou Roma
FRA - Marselha ou Lyon
ALE - Leverskusen ou M´gladbach
HOL - Ajax
RUS - CSKA Moscovo
UCR - Shaktar
TUR - Besiktas, Galatasaray ou Fenerbache

Façamos agora as contas, perante o ranking (para já) da UEFA:

Atl.Madrid - 5º
Arsenal - 8º
Man Utd - 10º
Valência - 13º
Leverkusen - 15º
Shaktar - 18º
Lyon - 24º
Ajax - 26º
SPORTING - 33º
CSKA Moscovo - 34º
Marselha - 35º
Galatasaray - 37º
Lazio - 38º
Roma - 47º
Besiktas - 58º
B. M´gladbach - 64º


Das equipas ainda a pontuar para este ranking, as que estão na Champions não estão neste lote hipotético playoff ou já estão muito acima do Sporting, como é o caso do Atl.Madrid. Na Liga Europa o caso é um pouco diferente:

Clubbe Brugges - 53º -  é o único emblema, que poderá passar o Sporting na classificação europeia e também ser apurado para o playoff, mas terá de chegar pelo menos à final para o fazer.

Além destes, ainda há clubes com algumas hipóteses (mais remotas dos que os da primeira lista) de acabar pré-apurados:

Nápoles - 22º
Sevilha - 25º
Shalke04 - 7º
PSG - 11º
Zenit - 14º
Man City - 16º
FC Basileia - 19º
Din.Kiev - 27º

Estes vamos rezar que não cedam ou não progridam, pois cada um deles nos empurrará para fora dos cabeças de série. Quando o 3º classificado de Portugal se juntar ao pré-apuramento, serão 20 as equipas em concurso. Algumas da primeira lista já terão entrado em prova (o 3º de França, 2º da Holanda, Rússia, Ucrânia e Turquia) e há a hipótese de alguns deles, tendo melhor ranking que o Sporting (Lyon, Shakar, Ajax), caírem antes do sorteio.

Resumindo, o Sporting para evitar os pesos pesados no sorteio precisa de uma enorme combinação de resultados. Se tudo parasse neste momento seríamos entre o 9º ou 10º (respeitando o playoff Suíço), ou seja, ficando acima ou no 10º posto, dentro dos cabeça-de-série no apuramento.

Vamos todos torcer que nenhuma destas contas seja precisa, que o Sporting ainda consiga atingir a 2ª posição. Ou para os mais pessimistas, que o Nápoles, Sevilha e Shalke04 não façam nenhum brilharete de final de época ou que o PSG, Zenit, Man City ou Basileia não se deixem escorregar pelas tabelas dos seus países.

SL





sexta-feira, 20 de março de 2015

Brinquedo velho

As métricas de audiência da SportingTV não são o que se esperava? O share não corresponde às expectativas? Alguém se pode verdadeiramente confessar surpreendido? Honestamente, nunca pensei que seria um projecto para atingir metas de sucesso assinalável no mercado do audiovisual português, pelo menos numa primeira fase. Cada minuto de boa televisão custa muito dinheiro, uma verba que nem clube, nem empresa concessionada tem hoje para investir. Mas que diabos, o que temos não me envergonha, em muitos casos o conteúdo e o profissionalismo conseguido é bastante acima da mediocridade geral que são as nossas tvs.

O problema do nosso canal é igual ao de todos os outros clubes: é um gerador de entretenimento ou uma ferramenta de comunicação? É um encargo ou um investimento? Para mim, desde a primeira hora, sem reservas, é o meio mais eficiente de combate ao desfavorecimento comunicacional a que o Sporting está condenado pelo simples facto do marketing relacional ter chegado ao alinhamento editorial de todos os canais. Passar a mão no pelo benfiquista e portista satisfaz mais audiência e garante a simpatia do sistema. Por aqui estamos conversados.

Quanto à relativa indiferença que o canal tem junto do universo leonino, isso pode ter várias explicações, não sou competente sobre o assunto para ter certezas, mas posso dar um palpite a julgar pela minha própria opinião.
Futebol de Perdição é imperdível. O magazine de informação do Sporting Directo por vezes é impossível de acompanhar, mas costumo guardar para ver mais tarde. Os jogos das modalidades e formação vou acompanhando como posso. Não perco as entrevistas a jogadores, treinadores e presidente quando surgem...mas tudo o resto, sinceramente (e admitindo que tem qualidade) não me agarra ao ecrã.

Talvez a culpa seja minha, talvez os programas não sejam desenhados para o meu agrado, talvez o grande problema não seja a qualidade do que está no ar, mas sim o apoio, promoção e dedicação que todos nós não demos ao nosso canal.

Penso mesmo que nós sportinguistas, nesta como noutras questões, fomos como uma criança mimada de 8 ou 9 anos, que pede, chora, implora por um brinquedo novo, que "todos os outros meninos já têm" e depois quando lhe é oferecido, gera muito interesse nos primeiros dias e depois vai para o caixote ao lado de todos os outros a ganhar pó.
Pela minha parte mea culpa. Tentarei acompanhar mais e dar aqui, no facebook e no twitter mais atenção ao nosso canal. Ao meu canal do Sporting.

SL

quinta-feira, 19 de março de 2015

Percam 5 minutos a pensar nisto, vale a pena

A sociedade moderna confunde muitas vezes democracia com meritocracia. É certo que devemos ter todos os mesmos direitos e deveres, mas isso não se pode estender à valia do nosso trabalho ou talento para desempenhar uma função. Entre as utopias socialistas, em que todos recebem o mesmo quer desempenhem mais e melhor que o próximo e as loucuras liberais de uns ganharem pelo esforço de outros...há todos um meio termo onde de facto se caminha para a evolução de um colectivo, deixando as leis da selecção natural apurar os mais fortes e relegar para um segundo plano (não o vazio) os restantes.

A grande batalha do Sporting com os empresários cai neste paradigma como tantas outras incidências dos nossos problemas sociais. Todos os jogadores de todos os clubes de todo o mundo querem melhorar os seus contratos. Como é evidente, todos estes empresários seus representantes querem ver recompensados os seus serviços...e isso obriga todos os clubes a permanentemente estarem a subir a sua massa salarial. Desde a Lei Bosman, que os vencimentos dos jogadores aumentam exponencialmente época após época. O peso da massa salarial dos atletas nos orçamentos dos clubes passou de uma fatia importante, para níveis quase absolutos. Existem muitos clubes, que para manterem um quadro competitivo, têm de prescindir de alguns atletas todas as épocas. Isto é um disparate de insustentabilidade. Neste momento os jogadores ganham valores que o futebol actual não gera.

Porque nem todos os clubes são o Real Madrid ou o Bayern, a maioria dos emblemas mundiais, diria uns bons 99.9% têm enormes dificuldades em aliar um bom plantel a uma boa gestão orçamental. Eu penso mesmo que para quase todos os clubes, gerir responsavelmente é "desistir" de ter os bons jogadores durante o tempo suficiente para gerarem sucesso desportivo. Os que o fazem, vencem troféus, mas dependem das transferência para restituir os cofres pelo esforço despendido. Quando se falha 1 ou 2 épocas nesta equação, a ruptura salarial e o endividamento são inevitáveis.

A crise em Portugal trouxe tempos muito difíceis para todos os portugueses, os clubes sofreram com isso. Menos dinheiro nas famílias, menos investimento das empresas, menos receitas de publicidade...mas valha a estupidez de tudo isto...os empresários não deixaram de "exigir" mais dinheiro para renovar ou assinar, porque...o que não receberem aqui vão buscar "lá fora"...como se fosse um direito constitucional aumentar o ordenado já que "há outros interessados". Isto não é baseado na lei da procura e oferta...isto é baseado no caos de responsabilidades que o actual modelo de transferências gera.

Quando um clube tem de "comprar" um passe tem de investir x de milhões de euros para o adquirir a outro clube. Essa verba não é calculada por nenhuma tabela oficial, é o clube e o empresário que a decide. O melhor exemplo que a definição destes valores é uma selvajaria económica desgovernada está à vista de todos, recordo-me de um certo lateral esquerdo, jovem, que o Beira-Mar emprestou ao Sporting que tinha a cifra de 1 milhão de euros para ser adquirido em definitivo pelo clube leonino. Sinceramente, o jogador que me desculpe, mas (salvo as devidas diferenças) vender Matias Fernandez internacional chileno por pouco mais de 2 milhões e comprar Joãozinho por 1 milhão parece-me exemplar para compreender que o problema não são os valores dos excelentes atletas, são todos os outros que lhes seguem atrás.

É esta dificuldade de aceder aos jogadores médios por valores acessíveis que gera um apetite insano pelos atletas em fim de contrato. Quais virgens louras num mercado de escravos árabe, um jogador ainda jovem, com alguns anos de competição, internacional ou em vias disso, com passaporte comunitário atrai tudo o que é clube com capacidade para "cobrir" as aspirações de vencimentos às vezes 500% mais elevadas. Repito isto não é a lei da procura e oferta, isto chama-se selva financeira.

Todos sabemos o que acontece a "mercados" onde existe hipervalorização dos activos. Ele engorda, especula, desenha castelos nas nuvens e um dia...rebenta na evidência da irresponsabilidade. Uma loucura que se inicia aos 15 ou 16 anos, quando um puto que dá uns toques na bola, vai acompanhado por um empresário (mandatado pelos pais ansiosos pelo euromilhões prometido) exigir ao clube um contrato semi-profissional de 5.000 euros mensais com a promessa de assinar 2 ou 3 anos mais tarde um novo vínculo por 3 vezes esse valor. Se alguém quiser reflectir na incrível anedota que isto representa, be my guest. Para mim, isto tem tudo para findar numa tragédia. Um drama onde 99.9% dos clubes mundiais já entrou e não deu por isso.

Não são as TVs que pagam pouco, as empresas que patrocinam pouco ou adeptos que não compram tanto. São os jogadores. Eles ganham demais. Absorvem 99.9% das receitas que o futebol gera. Se os clubes não têm dinheiro ele tem de ir para algum lado...empresários e atletas...é para lá que ele vai. Sempre. E vai independentemente se há crise ou não, a aumentar. Quando chegarmos à ruptura total dos grandes emblemas (que já começou) e quando não subsistir um árabe mecenas em nenhum deles talvez aí alguém acorde e ponha um travão nisto tudo. Imponha regras e defina tectos, devolva algumas fronteiras e limites. Não é democrático? Talvez não. Mas é sem dúvida o único antídoto à febre galopante liberal que está a destruir e a desequilibrar o jogo.

Cada vez mais são sempre os mesmos Golias que vencem as competições. Em cada país, são cada vez menos os Davids que conseguem surpreender. A incerteza é o sumo do futebol. Cada vez mais a tabela classificativa pode ser adivinhada pelo orçamento de cada clube.

SL

terça-feira, 17 de março de 2015

O caminho mais próximo para os títulos

Pode o 3º maior orçamento da Liga, vencê-la? A resposta é óbvia para todos, sim. Mas é apenas um sim retórico? Há quase 10 anos que uma das grandes questões do universo leonino é precisamente esta: até que ponto é legítimo esperar vencer tanto ou mais que os nossos rivais, quando não temos o financiamento para esse objectivo.

Existem 3 correntes de pensamento:

1/ 30 dos 34 jogos da Liga são frente a clubes com menos orçamento e logo piores infra-estruturas, base de apoio, equipas e treinadores que nós. Perder menos pontos que os nossos rivais nestes 30 jogos é o ponto decisivo e é possível.

2/ Ao longo de uma época, as lesões, castigos e abaixamento de forma de jogadores fundamentais tiram mais pontos aos plantéis menos apetrechados...será sempre preciso ao Sporting para vencer, que estes "azares" atinjam os nossos rivais de forma mais severa.

3/ Mesmo que o Sporting assegure o melhor plantel, haverá sempre interferências externas que servirão de bloqueio aos bons resultados.

Existe verdade nos três pontos. Mas qual estará mais próxima da verdade? Na época passada a primeira explicação parecia mais lógica. Nesta temporada apromixamo-nos mais da 2ª e 3ª...seja como for parece-me razoável que tendo menos dinheiro que os outros, saber gastá-lo melhor que os rivais será fundamental. E gastar dinheiro não significa "adquirir" novos jogadores, pode (e para mim deve) servir para revalidar contractos e manter as peças fundamentais, pois a estabilidade e a experiência acumulada de várias épocas a jogar juntos, também é um trunfo.

Ter o melhor scouting, o melhor treinador e o balneário mais estável. Acredito que com estas 3 vantagens, seja possível vencer os melhores orçamentos. Jogadores com qualidade também ajuda um bocadinho, claro.


SL


segunda-feira, 16 de março de 2015

Sinais

1/ Muita coisa fica esclarecida quando em ambas as vezes que o Sporting defronta o Marítimo na Liga, são assinalados penaltis claríssimos e os jogadores madeirenses crescem para o árbitro com "elevados níveis de contestação" ou seja, berrando e empurrando nos segundos seguintes...e nem um amarelo. Ficamos a saber que no entender de ambos os árbitros não é conduta anti-desporttiva...não podem é pedir amarelos...de resto...

...e no entanto é tão fácil aceitar penaltis e expulsões noutras partidas.

2/ A calma e serenidade de Pedro Emanuel na flash interview de ontem (depois de jogar quase uma partida com um jogador a mais no dragão e mesmo assim perder) releva outro lado da nossa Liga - a exigência zero de alguns treinadores em determinados jogos.

SL

sexta-feira, 13 de março de 2015

O fundo de um crápula

A renovação de Carrillo. Assunto complicado dizem os jornais e afirmam-no sempre sem mencionar o principal problema desta extensão de vínculo - a percentagem pertencente a fundos detidos por empresários. A arma do jogador em não aceitar os valores do clube parece jogar a favor de uma transferência no final desta época, antes de se iniciar a última do seu contrato. Essa deve ser a intenção dos fundos, pois pelo escasso valor investido irão receber vários milhões de euros.

Mas como tudo na vida, existe outro interesse, o do Sporting. Carrillo será facilmente um jogador transferível por 12 ou 14 milhões, na minha opinião já vale mais do que isso. Portanto a arma do clube será sempre "ameaçar" os detentores terceiros do seu passe (que terão de o deixar de ser até ao final desta época) de que se não surgir uma proposta, digamos de 20 milhões, o Sporting deixará ir o contrato até ao seu término. Resultado, fica o clube e o fundo sem a fatia da transferência - todos perdem.

Bem jogadas as peças neste xadrez, o Sporting pode ou receber uma verba generosa pelo jogador, ou renovar baixando a sua cláusula de rescisão e comprando a preço justo a percentagem que lhe falta do jogador. Como se pode ver, a proibição do TPOs pela UEFA e FIFA, tem uma importância fundamental na restituição de poder negocial aos clubes...e é por essa razão que as Federações Espanhola e Portuguesa andam (a mando do dinheiro que enche os bolsos de muita gente) a ameaçar com mega processos de tribunal duas instituições que normalmente não têm a mais pequena partícula de atrevimento em desafiar em questões bem mais fundamentais. Uma coragem singular, que exibe a podridão do nosso futebol.

Ver e ouvir o Presidente da FPF a falar de "limitação dos clubes em não poder competir pelos grandes atletas sem os fundos" dá-me vontade de vomitar no televisor de tão crápula e desonesta que é essa afirmação. Ele e todos os outros sabem bem o que os fundos trouxeram ao futebol...e equilíbrio não foi uma dessas coisas. Para o ser, todos os clubes deviam ter acesso a ela. Todos os 18 clubes da nossa liga deviam ter jogadores internacionais colocados por fundos e empresários, pagando-lhes os ordenados e a simpatia de alguns árbitros em jogos fundamentais. Não acontece pois não, não é por acaso que a conversa do "equilíbrio" só é feita no contexto das competições europeias, esquecendo como é que os clubes se apuram para as mesmas.

Sem os fundos e empresários o porto estaria hoje em 2º ou noutra posição? Iria à Champions? Equilíbrio? Justiça? Ajuda aos clubes? Certo...e este é o melhor argumento, imaginem a validade dos restantes. Mas isso pouco preocupa Fernando Gomes, o futebol diz-lhe tanto como as gravatas de marca ou a imagem paladina de pessoa institucional com que "preocupa" em passar em cada entrevista. Crápula.

SL